É preciso ir fundo. Gary Vaynerchuk é quem diz, em seu livro — Vai fundo! (Agir, 2010). Acreditei no autor quando ele deixou bem claro que na vida de um empreendedor da Idade Mídia a família vem em primeiro lugar. Depois vem a batalha profissional. E essa batalha, realista e entusiasmada, deve basear-se no autoconhecimento e na busca do melhor. Gostei. O autor manda uma mensagem para o Brasil.
Mostrando postagens com marcador Idade Mídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Idade Mídia. Mostrar todas as postagens
sábado, 3 de julho de 2010
Ir fundo!
Terapia leva à ação. O otimismo não se faz apenas com palavras, mas também com ações eloquentes. A linguagem dos fatos. Os gestos que se tornem fatos, e fatos que afetem. O afeto precisa de palavras. E de atos concretos.
É preciso ir fundo. Gary Vaynerchuk é quem diz, em seu livro — Vai fundo! (Agir, 2010). Acreditei no autor quando ele deixou bem claro que na vida de um empreendedor da Idade Mídia a família vem em primeiro lugar. Depois vem a batalha profissional. E essa batalha, realista e entusiasmada, deve basear-se no autoconhecimento e na busca do melhor. Gostei. O autor manda uma mensagem para o Brasil.
É preciso ir fundo. Gary Vaynerchuk é quem diz, em seu livro — Vai fundo! (Agir, 2010). Acreditei no autor quando ele deixou bem claro que na vida de um empreendedor da Idade Mídia a família vem em primeiro lugar. Depois vem a batalha profissional. E essa batalha, realista e entusiasmada, deve basear-se no autoconhecimento e na busca do melhor. Gostei. O autor manda uma mensagem para o Brasil.
Marcadores:
empreendedor,
Gary Vaynerchuk,
Idade Mídia,
Leitura,
otimismo,
Terapia literária
terça-feira, 18 de maio de 2010
Baudrillard terapeuta
É terapia não entender direito. Quanto entendemos tudo... péssimo sinal! Não entender significa que estamos a caminho, que ainda vamos entender. Ou não. Que no mundo há mais beleza, inteligência e mistério do que podemos reunir em nossas mãos.
Não entender um autor é bom. Jean Baudrillard (1929-2007) incomoda, ultrapassa modas, corda que enforca e me puxa do buraco. Na Idade Média, o mundo se equilibrava entre Deus e o demônio. Na Idade Mídia, entre o excesso e a falta, o consumo e a denúncia, entre o medo e a anestesia.
Não entender um autor é bom. Jean Baudrillard (1929-2007) incomoda, ultrapassa modas, corda que enforca e me puxa do buraco. Na Idade Média, o mundo se equilibrava entre Deus e o demônio. Na Idade Mídia, entre o excesso e a falta, o consumo e a denúncia, entre o medo e a anestesia.Baudrillard, um novo Nietzsche. O pensador alemão foi dinamite no fim do século XIX. Sua força arrasou quarteirões. Baudrillard, dinamite no fim do século XX. Vamos ver os estragos que ainda fará. Os bons estragos.
São dele essas palavras: "O crime perfeito, o único, é o suicídio. Porque é o único e sem apelação, ao passo que o assassinato deve se repetir sempre. Porque realiza a confusão ideal do carrasco e da vítima."
Quem tiver ouvidos para entender... não entenda!
Marcadores:
Idade Média,
Idade Mídia,
Jean Baudrillard,
Nietzsche,
suicídio,
Terapia literária
Assinar:
Postagens (Atom)
